O prejuízo da cooperação internacional ilegal da República de Curitiba

Por Marco Aurélio de Carvalho e Thales Cassiano

Os procuradores da “lava jato” sempre se comportaram como uma instituição autônoma e permanente da República. Com o apoio militante e disciplinado de parte da imprensa, obtiveram autonomia quase irrestrita dentro do Ministério Público Federal. O que deveria, inclusive, incomodar qualquer cidadão, operador do Direito ou não. Afinal, trata-se de um grupo de investigação criminal com obrigações legais vinculantes. (mais…)