Moro e o paradoxo da (im)parcialidade

Por Marco Aurélio de Carvalho e Lenio Streck

Paradoxos são “coisas” insolúveis. Um dos mais famosos é o do “eu só sei que nada sei”. Ora, se nada sei, como posso dizer que alguma coisa eu sei?

Outro famoso: todos os cretenses são mentirosos. Porém, quem disse isso foi um cretense. Logo, ele também mente. O contrário da mentira é a verdade. Então? Se tudo é, nada é.

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E Moro, nosso Barão de Maringschausen, quer reformar o judiciário!

Por Marco Aurélio de Carvalho, Lenio Streck e Fabiano Silva dos Santos

O ex-juiz quer reformar aquilo que não conseguiu instrumentalizar: o sistema de justiça

O livro As Loucas Aventuras do Barão de Munchausen foi escrito por Rudolph Erich Raspe. O Barão existiu mesmo.

O Barão era contador de histórias. É possível ir até a lua num pé de feijão? Ou fugir da barriga de uma baleia?

Ninguém sabe bem quem teria inventado tantas mentiras. Tudo isso nos anos 1700.

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Uma régua para Sérgio Moro

Por Marco Aurélio de Carvalho, Fabiano Silva dos Santos e Gabriela Araújo

As eleições podem ser uma boa oportunidade para conhecermos melhor o ex-juiz Sérgio Moro e, por que não, para até mesmo julgá-lo. Se estiver realmente disposto a participar do jogo democrático, ele terá a oportunidade de apresentar suas ideias e de defendê-las publicamente em debates e entrevistas .

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Saibam todos quantos lerem: Lula é inocente!

Por Marco Aurélio de Carvalho, Lenio Streck e Fabiano Silva dos Santos

Por incompetência e parcialidade do juiz, nada restou dos processos ficcionais

Antigamente, as escrituras públicas anunciavam: “saibam todos quantos esta virem que no ano da graça de nosso senhor”… Pois, do modo como parte da grande mídia trata das anulações e arquivamentos das ações que existiam contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), parece se exigir uma espécie de escritura pública para tratar do tema —para que se tenha fé pública contra incautos, mentirosos, maledicentes e pessoas que distorcem fatos.

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Sim, Lula é inocente! E nenhum esforço retórico mudará a realidade dos fatos e dos autos…

Por Lenio Streck, Marco Aurélio de Carvalho e Fabiano Silva dos Santos

O personagem Benjen Stark, de Game of Thrones, usa uma frase que mostra bem o modo como se pode dar com uma mão e tirar com outra. Ou dar o tapa e esconder a mão. A frase soa como um aforismo: “nothing someone says before the word ‘But’ really counts”; ou seja, nada que alguém diz antes do “mas” realmente conta.

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