Confirmado na transição, Carvalho defende ministério para Segurança Pública

Por Alberto Bombig

Coordenador do Grupo Prerrogativas e confirmado como membro da equipe de transição comanda pelo vice-presidente eleito Geraldo Alckmin (PSB), o advogado Marco Aurélio de Carvalho, em entrevista à coluna, defende a proposta de Lula (PT) para a divisão do Ministério da Justiça e a consequente criação do Ministério da Segurança Pública: “Está na hora de vivermos uma nova experiência”.

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‘Lula não tem débitos, e sim créditos por ter salvado o país’, diz advogado aliado

Por Mônica Bergamo

Advogado do Prerrogativas afirma que ninguém pode exigir cargos no governo

O advogado Marco Aurélio de Carvalho, 45, diz que tinha 12 anos quando viu na TV Lula discursar como candidato a presidente em 1989 —e decidiu entrar para o movimento estudantil. Anos depois, já filiado ao PT, ele presidiu o Centro Acadêmico 22 de Agosto, da PUC de SP.

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A Medida Provisória 1.085/2021 e o suposto lobby dos cartórios

Este artigo pretende analisar se a Medida Provisória moderniza e simplifica os procedimentos relativos aos registros públicos de atos e negócios jurídicos.

Joel Pinheiro da Fonseca, em artigo publicado na Folha de São Paulo em 4/4, afirma existir um “lobby de cartórios e tabelionatos” que se articula contra a MP 1.085/2021. Diz que há uma proposta em curso no Congresso Nacional para viabilizar o avanço tecnológico nas notas e registros públicos: “é a MP 1085/21, ou MP dos cartórios digitais”. Segundo o articulista, “graças ao poder de pressão dos cartórios, contudo, ela corre o risco de caducar”. Há um lobby, mas pela aprovação da Medida Provisória, haja vista farta publicação de matérias em mídias e páginas inteiras de jornais de circulação nacional.

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Cravos para o Brasil

Por Marco Aurélio de Carvalho e Renato Afonso Thelet Gonçalves

Que os ideais da revolução portuguesa inspirem nosso país neste ano decisivo

O que fuzis e cravos têm em comum? Essa combinação improvável eternizou a manhã lisboeta de 25 de abril de 1974.

Transcorria a primavera em Portugal, e uma cena inusitada iluminou o Chiado. Um soldado pedira um cigarro à Celeste Martins Caeiro, “empregada de mesa” de um restaurante no icônico Edifício Franjinhas, que voltava à casa com um punhado de cravos destinados às comemorações de um ano de vida do estabelecimento, canceladas em virtude da notícia de um golpe de Estado no país.

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